E vou dizer ainda que esqueçam tudo o que eu já escrevi aqui sobre o amor. À esse respeito eu só sei que nada sei...
Quando penso que estou forte, que não vou mais me permitir armadilhas, que não vou mais sofrer por motivo efêmero, eis que o meu mundo gira e volta para o mesmo lugar...
Um lugar conhecido e nem por isso seguro. Um terreno movediço e assustador, mas do qual não consigo me manter a uma distância segura.
Medo? Não... Pavor mesmo! De que dê errado, ou será que o medo é de que dê certo?
Será que saberei lidar com a felicidade que sempre achei impossível? Não que eu nunca tenha sido feliz, não é isso. Mas dessa felicidade eu já tinha abdicado há muito tempo. O silêncio já era uma constante, e agora os sinos ameaçam dobrar... E isso, posso garantir, assusta e muito!
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terça-feira, 5 de julho de 2011
Que não vou justificar a ausência
E vou dizer ainda que esqueçam tudo o que eu já escrevi aqui sobre o amor. À esse respeito eu só sei que nada sei...
Quando penso que estou forte, que não vou mais me permitir armadilhas, que não vou mais sofrer por motivo efêmero, eis que o meu mundo gira e volta para o mesmo lugar...
Um lugar conhecido e nem por isso seguro. Um terreno movediço e assustador, mas do qual não consigo me manter a uma distância segura.
Medo? Não... Pavor mesmo! De que dê errado, ou será que o medo é de que dê certo?
Será que saberei lidar com a felicidade que sempre achei impossível? Não que eu nunca tenha sido feliz, não é isso. Mas dessa felicidade eu já tinha abdicado há muito tempo. O silêncio já era uma constante, e agora os sinos ameaçam dobrar... E isso, posso garantir, assusta e muito!
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